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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Renata Barillari
Artista de Uberlândia...
Suas pinturas são maravilhosas!
Blog da artista:
http://rebarillari.multiply.com/
Artista de Uberlândia...
Suas pinturas são maravilhosas!
Blog da artista:
http://rebarillari.multiply.com/
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Lula quer um milhão da casas antes da eleição
publicado
em 11/08/2009 às 11:21
Fonte: Jornal da Tarde
Categorias: ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: caixa econômica federal, casas populares, CEF, contratações, governo, Minha casa, Minha Vida, pacote, pacote habitacional, programa do governo, programa habitacional
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer acelerar o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ para garantir a contratação de um milhão de moradias até o fim de 2010, quando acaba o atual governo. Lula recebeu na semana passada informações da Caixa Econômica Federal de que, mantido o atual ritmo, a marca de um milhão de contratações será atingida somente por volta de fevereiro de 2011. No cenário mais otimista apresentado pela Caixa, a contratação de um milhão só será alcançada em setembro de 2010.
publicado
em 11/08/2009 às 11:21
Fonte: Jornal da Tarde
Categorias: ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: caixa econômica federal, casas populares, CEF, contratações, governo, Minha casa, Minha Vida, pacote, pacote habitacional, programa do governo, programa habitacional
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer acelerar o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ para garantir a contratação de um milhão de moradias até o fim de 2010, quando acaba o atual governo. Lula recebeu na semana passada informações da Caixa Econômica Federal de que, mantido o atual ritmo, a marca de um milhão de contratações será atingida somente por volta de fevereiro de 2011. No cenário mais otimista apresentado pela Caixa, a contratação de um milhão só será alcançada em setembro de 2010.
Veja os cuidados que devem ser tomados na hora de comprar o seu imóvel
publicado
em 6/08/2009 às 15:07
por Verônica Lima Fonte: Revista ZAP
Categorias: ANTES DE FAZER SEU NEGÓCIO, FINANCIAMENTO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: apartamentos, casa própria, Casa&, cômodos, crédito imobiliário, cupins, desabamentos, documentos, dor de cabeça, escritura, FINANCIAMENTO, imóveis, inundações, paredes umidas, prestação, prestações, rachaduras, reforma, sol, unidades, vazamento, vistoria, vizinhos
Só faça negócio após visitar de 5 a 8 unidades, junto com a família (Foto: Verônica Lima)
A compra da casa própria é um sonho para muitas brasileiros. Por isso é preciso ter muito cuidado antes de fechar o negócio. Conforme especialista do ramo imobiliário, o ideal para quem está pensando em realizar o sonho da casa própria é elaborar uma lista de obrigações a serem cumpridas antes de finalizar a compra.
O primeiro passo a ser tomado é procurar uma imobiliária. Isso pode economizar tempo - já que ela pode apresentar diversas opções de imóveis -, evitar problemas desnecessários com casas sem documentação correta e realizar um negócio seguro.
Se o comprador optar por procurar uma empresa especializada, considere a estrutura, disponibilidade do corretor e solicite as referências de vendas anteriores. Observe ainda os serviços oferecidos, área geográfica de atuação, quantidade de imóveis constantes na carteira, atendimento fora do horário comercial, prestação de apoio a financiamentos e elaboração de contrato profissional com revisão de advogado.
Converse claramente com este profissional, decida, em primeiro lugar, suas necessidades junto com a família e diga o que é importante ter no imóvel (quintal, dependência de empregada, piscina, garagem, entre outras).
Apresente o valor que pretende gastar com a compra do imóvel (quantia em dinheiro, necessidade de financiamento, disponibilidade do FGTS, automóvel ou outro imóvel que possa ser dado como parte do pagamento). Dependendo da quantia disponível para comprar o imóvel é provável que seja necessário retirar itens ou quem sabe acrescentar.
Visite um número razoável de imóveis de seu gosto. Só faça negócio após visitar cerca de oito unidades, junto com as pessoas que têm poder de decisão na família. Além disso, visite o imóvel escolhido mais de uma vez, de dia, à noite e em dias de chuva. Ainda pergunte aos vizinhos sobre segurança, vazamentos, desabamentos, odores e inundações na área.
Não se esqueça de considerar também valorizações futuras do imóvel, valor de revenda e posição do imóvel em relação ao sol. É necessário fazer uma inspeção minuciosa antes de assinar o contrato, fique atento às rachaduras, ao quadro de força e às condições do telhado. Além disso, procure descobrir se há vazamentos, diminuição de vazão de água entre pontos, existência de cupins, paredes úmidas, ocas ou descoladas.
Ao fechar o negócio, revise o contrato, é recomendável que toda compra de imóvel seja acompanhada de um instrumento particular de contrato elaborado pela imobiliária, mesmo que a escritura seja lavrada imediatamente após a negociação.
Para aqueles que não sabem, o contrato protege ambas as partes e estabelece condições, por exemplo, sobre a posse do imóvel e dívidas de impostos que não são cobertas na escritura. Por isso, não deixe de verificar todos os documentos, de fazer com que o vendedor apresente certidões negativas dos cartórios de protestos, dos distribuidores cíveis, da Justiça Federal, da Receita Federal e de tributos municipais.
Além disso, é importante observar a matrícula atualizada do imóvel, expedida pelo Oficial do Cartório de Registro de Imóveis, e uma declaração que confirme que as taxas de condomínio estão em dia, no caso dos apartamentos.
Depois de checar todos estes pontos e estar de acordo com todos eles, assine os papéis e pegue a chave da sua casa própria.
publicado
em 6/08/2009 às 15:07
por Verônica Lima Fonte: Revista ZAP
Categorias: ANTES DE FAZER SEU NEGÓCIO, FINANCIAMENTO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: apartamentos, casa própria, Casa&, cômodos, crédito imobiliário, cupins, desabamentos, documentos, dor de cabeça, escritura, FINANCIAMENTO, imóveis, inundações, paredes umidas, prestação, prestações, rachaduras, reforma, sol, unidades, vazamento, vistoria, vizinhos
Só faça negócio após visitar de 5 a 8 unidades, junto com a família (Foto: Verônica Lima)
A compra da casa própria é um sonho para muitas brasileiros. Por isso é preciso ter muito cuidado antes de fechar o negócio. Conforme especialista do ramo imobiliário, o ideal para quem está pensando em realizar o sonho da casa própria é elaborar uma lista de obrigações a serem cumpridas antes de finalizar a compra.
O primeiro passo a ser tomado é procurar uma imobiliária. Isso pode economizar tempo - já que ela pode apresentar diversas opções de imóveis -, evitar problemas desnecessários com casas sem documentação correta e realizar um negócio seguro.
Se o comprador optar por procurar uma empresa especializada, considere a estrutura, disponibilidade do corretor e solicite as referências de vendas anteriores. Observe ainda os serviços oferecidos, área geográfica de atuação, quantidade de imóveis constantes na carteira, atendimento fora do horário comercial, prestação de apoio a financiamentos e elaboração de contrato profissional com revisão de advogado.
Converse claramente com este profissional, decida, em primeiro lugar, suas necessidades junto com a família e diga o que é importante ter no imóvel (quintal, dependência de empregada, piscina, garagem, entre outras).
Apresente o valor que pretende gastar com a compra do imóvel (quantia em dinheiro, necessidade de financiamento, disponibilidade do FGTS, automóvel ou outro imóvel que possa ser dado como parte do pagamento). Dependendo da quantia disponível para comprar o imóvel é provável que seja necessário retirar itens ou quem sabe acrescentar.
Visite um número razoável de imóveis de seu gosto. Só faça negócio após visitar cerca de oito unidades, junto com as pessoas que têm poder de decisão na família. Além disso, visite o imóvel escolhido mais de uma vez, de dia, à noite e em dias de chuva. Ainda pergunte aos vizinhos sobre segurança, vazamentos, desabamentos, odores e inundações na área.
Não se esqueça de considerar também valorizações futuras do imóvel, valor de revenda e posição do imóvel em relação ao sol. É necessário fazer uma inspeção minuciosa antes de assinar o contrato, fique atento às rachaduras, ao quadro de força e às condições do telhado. Além disso, procure descobrir se há vazamentos, diminuição de vazão de água entre pontos, existência de cupins, paredes úmidas, ocas ou descoladas.
Ao fechar o negócio, revise o contrato, é recomendável que toda compra de imóvel seja acompanhada de um instrumento particular de contrato elaborado pela imobiliária, mesmo que a escritura seja lavrada imediatamente após a negociação.
Para aqueles que não sabem, o contrato protege ambas as partes e estabelece condições, por exemplo, sobre a posse do imóvel e dívidas de impostos que não são cobertas na escritura. Por isso, não deixe de verificar todos os documentos, de fazer com que o vendedor apresente certidões negativas dos cartórios de protestos, dos distribuidores cíveis, da Justiça Federal, da Receita Federal e de tributos municipais.
Além disso, é importante observar a matrícula atualizada do imóvel, expedida pelo Oficial do Cartório de Registro de Imóveis, e uma declaração que confirme que as taxas de condomínio estão em dia, no caso dos apartamentos.
Depois de checar todos estes pontos e estar de acordo com todos eles, assine os papéis e pegue a chave da sua casa própria.
Imóvel financiado pela Caixa pode ser descontado em folha
publicado
em 10/08/2009 às 11:15
Fonte: Jornal Extra
Categorias: FINANCIAMENTO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: apartamentos, caixa econômica federal, casa própria, casas, CEF, condomínios, empréstimo, FINANCIAMENTO, imóveis, imóveis financiados, prédios, servidores federais, taxa referencial, TR, unidades
Funcionários podem adquirir a unidade com prazo de até 30 anos para pagar (Foto: Divulgação)
Os servidores federais podem comprar imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal com desconto nos contracheques. Como o banco tem convênio com órgãos da União, os funcionários podem adquirir a unidade com prazo de até 30 anos para pagar.
O empréstimo chega a 100% e os juros variam de 8,2% a 11% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). As unidades do empreendimento Porto Real Suítes, da Efer, em Angra dos Reis, por exemplo, vem sendo vendido nesse formato para funcionários públicos que buscam um imóvel de veraneio. O condomínio terá 240 apartamentos com lazer a preços a partir de R$186 mil.
publicado
em 10/08/2009 às 11:15
Fonte: Jornal Extra
Categorias: FINANCIAMENTO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: apartamentos, caixa econômica federal, casa própria, casas, CEF, condomínios, empréstimo, FINANCIAMENTO, imóveis, imóveis financiados, prédios, servidores federais, taxa referencial, TR, unidades
Funcionários podem adquirir a unidade com prazo de até 30 anos para pagar (Foto: Divulgação)
Os servidores federais podem comprar imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal com desconto nos contracheques. Como o banco tem convênio com órgãos da União, os funcionários podem adquirir a unidade com prazo de até 30 anos para pagar.
O empréstimo chega a 100% e os juros variam de 8,2% a 11% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). As unidades do empreendimento Porto Real Suítes, da Efer, em Angra dos Reis, por exemplo, vem sendo vendido nesse formato para funcionários públicos que buscam um imóvel de veraneio. O condomínio terá 240 apartamentos com lazer a preços a partir de R$186 mil.
FGV: inflação da construção deve fechar 2009 próxima a 4%
publicado
em 10/08/2009 às 10:54
por Alessandra Saraiva Fonte: Agência Estado
Categorias: REFORMA E CONSTRUÇÃO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: aquecimento, áreas específicas, cenário, construção, construção civil, crescimento, desoneração, economia, economista, governo, inflação, MERCADO, mercado imobiliário, preços da construção, setor, taxa de elevação, trajetória ascendente
Rio de Janeiro - A inflação da construção civil deve encerrar 2009 próxima a 4%, resultado bem similar ao que deve ser registrado pela inflação do varejo este ano. Caso essa estimativa se confirme, os preços na construção civil devem finalizar 2009 com uma taxa de elevação bem menos intensa do que a apurada em 2008 (11,87%). A previsão é do coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros.
Até o IGP-DI de julho, o INCC-DI, que representa 10% do IGP-DI e mensura a evolução dos preços da construção, acumula altas de 2,69% no ano e de 6,40% em 12 meses. “Essa taxa de 6,4% deve diminuir ainda mais até o fim do ano”, afirmou Quadros. Ele comentou que, embora o setor tenha sido alvo de programas de estímulo do governo, como o “Minha Casa, Minha Vida”; e de medidas de desoneração tributária em alguns itens, isso não foi o suficiente para gerar um aquecimento forte no mercado e elevar a inflação do setor como um todo. “Essas medidas do governo, todas conduziram a resultados. Mas os efeitos produzidos foram bastante localizados em áreas específicas”, comentou o economista.
Quadros lembrou que, em 2008, o ritmo da inflação da construção estava em trajetória ascendente. Isso porque o setor estava fortemente aquecido, com um grande volume de projetos em andamento - até o acirramento da crise, em setembro do ano passado. Ele observou que, a partir desse período, as empresas ligadas ao setor de construção foram umas das mais afetadas pela crise, devido à diminuição de oferta de crédito, que impactou o capital de giro dessas companhias. “O cenário de preços desse ano é totalmente diferente do de 2008, quando nós tínhamos um aquecimento pleno do setor”, disse, afirmando ainda que “vai demorar um pouco” até o setor da construção retornar a um ritmo aquecido similar ao registrado no primeiro semestre do ano passado.
publicado
em 10/08/2009 às 10:54
por Alessandra Saraiva Fonte: Agência Estado
Categorias: REFORMA E CONSTRUÇÃO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tags: aquecimento, áreas específicas, cenário, construção, construção civil, crescimento, desoneração, economia, economista, governo, inflação, MERCADO, mercado imobiliário, preços da construção, setor, taxa de elevação, trajetória ascendente
Rio de Janeiro - A inflação da construção civil deve encerrar 2009 próxima a 4%, resultado bem similar ao que deve ser registrado pela inflação do varejo este ano. Caso essa estimativa se confirme, os preços na construção civil devem finalizar 2009 com uma taxa de elevação bem menos intensa do que a apurada em 2008 (11,87%). A previsão é do coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros.
Até o IGP-DI de julho, o INCC-DI, que representa 10% do IGP-DI e mensura a evolução dos preços da construção, acumula altas de 2,69% no ano e de 6,40% em 12 meses. “Essa taxa de 6,4% deve diminuir ainda mais até o fim do ano”, afirmou Quadros. Ele comentou que, embora o setor tenha sido alvo de programas de estímulo do governo, como o “Minha Casa, Minha Vida”; e de medidas de desoneração tributária em alguns itens, isso não foi o suficiente para gerar um aquecimento forte no mercado e elevar a inflação do setor como um todo. “Essas medidas do governo, todas conduziram a resultados. Mas os efeitos produzidos foram bastante localizados em áreas específicas”, comentou o economista.
Quadros lembrou que, em 2008, o ritmo da inflação da construção estava em trajetória ascendente. Isso porque o setor estava fortemente aquecido, com um grande volume de projetos em andamento - até o acirramento da crise, em setembro do ano passado. Ele observou que, a partir desse período, as empresas ligadas ao setor de construção foram umas das mais afetadas pela crise, devido à diminuição de oferta de crédito, que impactou o capital de giro dessas companhias. “O cenário de preços desse ano é totalmente diferente do de 2008, quando nós tínhamos um aquecimento pleno do setor”, disse, afirmando ainda que “vai demorar um pouco” até o setor da construção retornar a um ritmo aquecido similar ao registrado no primeiro semestre do ano passado.
domingo, 9 de agosto de 2009

Pai
Dedicado aos vovôs Claudino, Inácio, Erno, e aos papais Paulo e Luciano...
O "ser" pai, não é apenas aquele de quem herdamos geneticamente tudo....
Ele é simplesmente tudo que somos...
Nosso espelho...
Nossa honra...
Nossa virtude...
Então Pai:
Seja para nós exemplo de sabedoria e orgulho,
que seremos reflexos seus!
A todos os pais que amam e cuidam dos seus filhos,
um Feliz dia dos Pais!
Pão Diário
Dia dos Pais 09/08/2009
Você tem Fé?
Sem fé é impossível agradecer a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que o buscam. (Hb 11.6)
"Quem tem fé vive contente em todas as circunstâncias. isso acontece porque a satisfação para a vida está em Deus e não nas coisas que possuímos".
Você tem Fé?
Sem fé é impossível agradecer a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que o buscam. (Hb 11.6)
"Quem tem fé vive contente em todas as circunstâncias. isso acontece porque a satisfação para a vida está em Deus e não nas coisas que possuímos".
domingo, 2 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Essa mensagem foi de um grande e velho amigo meu, que por sinal, fazem muitos, mas muitos anos que não nos vemos...mas a amizade continua a mesma!
Obrigado Marcelo PI!
William Shakespeare disse certa vez...
"Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias...E o que importa não é o que você tem na vida,Mas QUEM você tem na vida..."
Obrigado Marcelo PI!
William Shakespeare disse certa vez...
"Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias...E o que importa não é o que você tem na vida,Mas QUEM você tem na vida..."
O Homem e a Mulher
O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono;Para a mulher um altar.
O trono exalta; o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher o coração.
O cérebro produz luz; o coração o amor.
A luz fecunda. O amor ressuscita.
O homem é um gênio; a mulher um anjo.
O gênio é imensurável; o anjo indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória;a aspiração da mulher a virtude extrema.
A glória traduz grandeza;a virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia;a mulher a preferência.
A supremacia representa força;a preferência o direito.
O homem é forte pela razão;a mulher invencível pela lágrima.
A razão convence; a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos;a mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece; o martírio sublima.
O homem é o código; a mulher o evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo;a mulher um sacrário.
Ante o templo, nós nos descobrimos;ante o sacrário, ajoelhamos-nos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher um lago.
O oceano tem pérola que o embeleza;o lago tem a poesia que o deslumbra.
O homem é uma águia que voa;a mulher um rouxinol que canta.
Voar é dominar os espaços;cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência.
A mulher tem uma estrela: a esperança.
O farol guia e a esperança salva.
Enfim,O homem está colocado onde termina a terra;
A mulher onde começa o céu...
Victor-Marie Hugo (26 de fevereiro de 1802 em Besançon - 22 de maio de 1885, Paris) foi um escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país.
O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono;Para a mulher um altar.
O trono exalta; o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher o coração.
O cérebro produz luz; o coração o amor.
A luz fecunda. O amor ressuscita.
O homem é um gênio; a mulher um anjo.
O gênio é imensurável; o anjo indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória;a aspiração da mulher a virtude extrema.
A glória traduz grandeza;a virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia;a mulher a preferência.
A supremacia representa força;a preferência o direito.
O homem é forte pela razão;a mulher invencível pela lágrima.
A razão convence; a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos;a mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece; o martírio sublima.
O homem é o código; a mulher o evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo;a mulher um sacrário.
Ante o templo, nós nos descobrimos;ante o sacrário, ajoelhamos-nos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher um lago.
O oceano tem pérola que o embeleza;o lago tem a poesia que o deslumbra.
O homem é uma águia que voa;a mulher um rouxinol que canta.
Voar é dominar os espaços;cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência.
A mulher tem uma estrela: a esperança.
O farol guia e a esperança salva.
Enfim,O homem está colocado onde termina a terra;
A mulher onde começa o céu...
Victor-Marie Hugo (26 de fevereiro de 1802 em Besançon - 22 de maio de 1885, Paris) foi um escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país.
Amizade
Para saber se somos amigos de alguém,
é só ser amigo...
Quando precisar enxugar as lágrimas de alguém, enxugue!
Quando precisar segurar firme na mão, segure!
Quando precisar respeitar as opiniões, respeite!
Quando precisar ficar calado, fique!
Quando precisar ouvir, ouça...
Mas...
Quando precisar falar a verdade, fale!
E quando precisar rir junto, ria!
Ou beber junto, beba!
Ou viajar junto, viaje!
O importante é ser amigo...
Para saber se somos amigos de alguém,
é só ser amigo...
Quando precisar enxugar as lágrimas de alguém, enxugue!
Quando precisar segurar firme na mão, segure!
Quando precisar respeitar as opiniões, respeite!
Quando precisar ficar calado, fique!
Quando precisar ouvir, ouça...
Mas...
Quando precisar falar a verdade, fale!
E quando precisar rir junto, ria!
Ou beber junto, beba!
Ou viajar junto, viaje!
O importante é ser amigo...
Claudia Vandreia Albring Floriano dos Santos
23 de julho de 2009
O Diagnóstico… seria tão importante assim?
A psiquiatria permanece meio filha adotiva da medicina. Fica na terra de ninguém, entre o físico e o mental. Pretende ser uma especialidade médica como outra qualquer e se propõe a fazer diagnósticos e prognósticos exatos e previsíveis. Se isso já é difícil na medicina somática, imaginem na psiquiatria. Ela lida com experiências humanas nem sempre claras e definíveis. Claro, todo “mental” tem a sua base cerebral, mas isso não ajuda muito. Desconfio dos radicais de ambos os lados: do cérebro e da mente. Os psiquiatras biológicos, de um lado, que pensam na neuropsiquiatria, e os psicanalistas, do outro, que acreditam que tudo vem da mente. Ambos, ao colocarem seus pacientes em leitos de Procrustes, acabam causando mais danos do que benefícios. Por que não são mais humildes e modestos, reconhecendo que ainda há muito para aprender? Será que não existe uma motivação mercadológica que passa por aí?Diagnósticos estão sempre mudando. A psiquiatria norte-americana, por exemplo, tem as suas famosas classificações diagnósticas, as chamadas DSM (Diagnostic and Statistic Manual), que são revisadas periodicamente. No DSM-II, mais antigo (hoje já estamos no DSM-IV, indo para o V), todas as desordens eram classificadas como “Reações”. Isso porque, naquela época, os psicanalistas dominavam o cenário psiquiátrico americano. Com o passar do tempo eles perderam o prestígio, dando lugar aos neurocientistas, que ficaram mais poderosos. O DSM foi mudando para chegar ao que é hoje: só “Desordens” e não mais “Reações”. Se antes havia interesse em levar em consideração a etiologia das Reações, hoje a classificação é uma mera e simples descrição de sintomas, sem qualquer outra dimensão. O DSM-IV se transformou num livro de receitas, sob protestos dos apagados psicanalistas na sociedade americana super tecnológica, na chamada Década do Cérebro. A grande esperança lá é que a pesquisa cerebral irá esclarecer toda a problemática das desordens mentais. Cá entre nós, duvido…O tempo, dirá…Já a psicanálise vem vindo por outro caminho. Freud, que era inicialmente um neurologista, em determinado momento chegou a admitir que a formação médica, muito estática, traria dificuldades ao trabalho do psicanalista. Mas, mesmo assim, a psicanálise não conseguiu fugir da questão diagnóstica, isto é, de tentar rotular o paciente em grupos “previsíveis”. Mas isso se torna complicado. No campo da psicanálise freudiana, falam das Neuroses, Psicoses, Perversões e Desordens da Personalidade. E ainda tem os grupos de pessoas “analisáveis” ou “não analisáveis”. Há quem diga que quem responde ao tratamento psicanalítico proposto por Freud confirma o seu diagnóstico de Neurótico. Mas aí apareceram os psicanalistas que modificaram a psicanálise para que ela fosse aplicável no tratamento dos Psicóticos. Para eles, existe um continuum entre a psicose, a neurose e o bem-estar mental. Como conseqüência, estabeleceu-se a esperança de os pacientes psicóticos poderem ser curados depois de passar por uma neurose.Mas vamos devagar. Freud andou considerando que as Neuroses eram transtornos causados por conflitos mentais internos, geralmente no período edípico do desenvolvimento da personalidade, no qual o recalque seria a defesa maior. Nessa época, ele ainda trabalhava com a hipótese monista de existir apenas um instinto básico, a libido. Mais tarde ele passou para a hipótese dualista da existência de dois instintos básicos: a libido e a agressão.O corpo teórico iniciado por ele foi aumentando com a contribuição dos seus seguidores que permaneceram na correnteza central da psicanálise. Melanie Klein, por exemplo, se interessou pelo desenvolvimento da criança antes da fase edípica, isto é, nas fases pré-genitais: oral, anal e fálica. Ela chamou também a atenção para o papel da agressão desde o início da vida propondo certas nuances diagnósticas, chamadas de Posições “Paranoide” e “Depressiva”. As contribuições de Klein iluminaram as psicopatologias mais primitivas do desenvolvimento ampliando a focalização inicial de Freud na fase edípica. Se as patologias centradas no complexo de Édipo se relacionavam às depressões neuróticas, ansiedades e fobias, agora com o estudo do desenvolvimento mais primitivo começou a surgir um melhor entendimento das depressões profundas, psicoses e estados borderlines da personalidade. Se a defesa maior do conflito edípico é o recalque, nas constelações pré-genitais ficam defesas primitivas importantes para o entendimento das patologias mais severas, por exemplo, a cisão, projeção e a introjeção.Quando Jacques Lacan apareceu (e nos países latinos com uma enorme acolhida), ele mudou, ou como querem alguns, ampliou o entendimento psicanalítico dos seres humanos a partir de sua inserção na linguagem. De um modo quase sempre obscuro (para mim), aparentemente só accessível aos “brilhantes” iniciados, ele também não conseguiu fugir dos diagnósticos: Histeria, Perversão e Psicose. O que sempre achei meio complicado é o aparecimento clínico com o diagnóstico de “Histeria”, de pessoas com comportamentos completamente diferentes, desde as que respondem a um mínimo de atendimento verbal de consultório sem a necessidade de medicação até as que necessitam internação psiquiátrica e tratamento medicamentoso. Se ambas são “histéricas”, por que elas se apresentam de modo tão diferente e exigem tratamentos tão diversos? Não quero entrar no mérito das teorias lacanianas, aqui apenas registrar essa pequena dúvida.Existe também em Lacan, em minha opinião “leiga”, outro elemento que não considero muito construtivo para o paciente rotulado de psicótico. Uma profecia que acaba se realizando. Para ele, a estrutura da psicose, relacionada com o que chamou de “ausência do nome do pai na cadeia de significantes”, é imutável e por isso um paciente psicótico, com esse “defeito”, nunca poderá progredir na direção de vir a se tornar neurótico e eventualmente saudável. Ele teria então uma barreira intransponível no seu desenvolvimento psicossexual, sentenciado a permanecer “psicótico” para sempre. Como vimos acima, isso difere da concepção dos analistas freudianos que consideravam os psicóticos fixados numa fase primitiva do desenvolvimento, mas capazes de progredir para níveis mais saudáveis, passando pelas neuroses. Nessa concepção mais abrangente, nós todos teríamos núcleos psicóticos simplesmente por termos passado por essas fases primitivas, só que elas foram resolvidas sem que ficássemos lá fixados. Já houve quem dissesse que nós sonhamos aquilo que os psicóticos vivenciam durante o dia. Ou melhor, como dizia Harry Stack Sullivan, “nós somos muito mais humanos do que não”. Já pensaram na diferença, se vocês fossem psicóticos, de serem atendidos por um analista que acredita que você pode passar de psicótico para neurótico e daí para uma vida saudável, e a de serem atendidos por outro que acredita que você será psicótico para sempre, mas dentro disso você poderá no máximo se adaptar melhor à sociedade? Outra vez não quero entrar no mérito das concepções lacanianas da psicose mas apenas enfatizar como os diagnósticos podem criar profecias que acabam se realizando.É interessante notar que, no outro extremo, os neurocientistas fazem o mesmo que Lacan faz com as psicoses. Muitos deles falam que a esquizofrenia também tem um defeito, que deve ser controlado o resto da vida com medicação, comparando os esquizofrênicos com os diabéticos. Acham que eles têm uma doença cerebral e que nem devem ser tratados por métodos psicológicos ou psicanalíticos. Já pensou em você sofrendo de uma psicose e procurar um psiquiatra que, a priori, pensa assim a seu respeito, não acreditando na sua capacidade de superar os seus conflitos e vir a ter saúde mental?Falando em Jacques Lacan (ah! que ousadia, me perdoe os meus amigos lacanianos), deixem-me colocar, meio timidamente é verdade, outra dúvida que me acompanha há algum tempo. Trata-se do significado psicanalítico da palavra “castração”. Se na teoria do desenvolvimento psicossexual existe uma progressão das fases libidinais onde certos conflitos e defesas estão mais presentes em cada fase, em Lacan essa dimensão longitudinal parece ter sido achatada. Por exemplo, o medo da castração que, nos meninos, atinge o seu auge na fase edípica passa a estar presente desde o nascimento. Mas não apenas isso, a castração perde também o seu significado, significando apenas perda e falta em geral. Assim, homens e mulheres passam a ser “castrados”. Difícil falar sobre essas coisas e suas nuances, mas, ao levar o conceito de castração para o início da vida dando-lhe apenas a conotação de perda (falta), Lacan modifica a noção do desenvolvimento psicossexual e da castração como relacionada com a descoberta da diferença anatômica entre os sexos na fase fálica do desenvolvimento. O medo do menino de ser castrado pelo pai, um conflito sempre presente nos homens, e o desapontamento da menina de não ter um pênis se perdem nessa generalização da castração como “falta”. Aí é difícil saber como fica o feminino e o masculino, o homem e a mulher em Lacan… Mas pela terceira vez não estou tentando criar polêmica e tenho a certeza que os lacanianos entendem isso que eu questiono.Voltando aos diagnósticos psiquiátricos, no caso das desordens mentais mais graves o diagnóstico correto pode apontar para os remédios que serão mais úteis ao paciente. Por exemplo, o diagnóstico de bipolaridade nos remete a remédios estabilizadores do humor; o diagnostico de depressão recorrente remete na direção dos antidepressivos; e o de esquizofrenia na direção dos antipsicóticos.
Mas, será que diagnosticar é tão importante assim? É e não é dependendo de cada situação. Do ponto de vista utilitário, diagnosticar pode ajudar os pesquisadores em suas pesquisas e nas suas comunicações. Do ponto de vista do tratamento também pode ser importante. Assim, ele pode ajudar no planejamento dos tratamentos e na previsão da evolução de um caso.Mas o diagnóstico também pode atrapalhar, especialmente quando cria preconceitos. Por exemplo, o diagnóstico de esquizofrenia carrega consigo um grande preconceito de ser uma doença cerebral incurável e progressiva na direção da demência. Quando aparece um caso onde ela foi tratada e curada por um psicanalista, como já aconteceu muitas vezes, ao invés disso levar a uma revisão no prognóstico, frequentemente leva à conclusão de que o diagnóstico não estava correto. Se houve cura, então não podia ser esquizofrenia… Um outro exemplo: quando cheguei em Belo Horizonte, vindo dos Estados Unidos em 1974, percebi que muitos pacientes que me procuravam já chegavam com um diagnóstico de “Disritmia”, feito por neurologistas. Quando me interessei por isso, descobri que esses pacientes procuravam esses médicos por uma questão comportamental ou emocional e faziam um EEG. Mais de 20% dos EEGs em pessoas normais apresentam disritmias não específicas, sem nenhum significado clínico. Esses neurologistas faziam então o diagnóstico de Disritmia como base no EEG. Essas “desordens” causadas pelos médicos eram difíceis de ser abolidas da mente do paciente. Quando isso acontece, elas são chamadas de “doenças Iatrogênicas”. Não se iludam, elas são muito freqüentes.Poderia continuar falando da questão do uso e abuso dos diagnósticos na psiquiatria e psicanálise. Eu apenas toquei na ponta de um iceberg, sabendo que poderíamos continuar tratando desse tema em inúmeras dimensões, todas elas válidas.Ou então, quem sabe poderíamos simplificar deixando grandes teorizações, simplesmente afirmando que só existe um diagnóstico válido: Ser Humano. Uma desordem incurável, e assim sendo, nós todos estamos no mesmo barco… uns mais e outros menos…Marcio V. Pinheiro - wefp.bh@terra.com.br
A psiquiatria permanece meio filha adotiva da medicina. Fica na terra de ninguém, entre o físico e o mental. Pretende ser uma especialidade médica como outra qualquer e se propõe a fazer diagnósticos e prognósticos exatos e previsíveis. Se isso já é difícil na medicina somática, imaginem na psiquiatria. Ela lida com experiências humanas nem sempre claras e definíveis. Claro, todo “mental” tem a sua base cerebral, mas isso não ajuda muito. Desconfio dos radicais de ambos os lados: do cérebro e da mente. Os psiquiatras biológicos, de um lado, que pensam na neuropsiquiatria, e os psicanalistas, do outro, que acreditam que tudo vem da mente. Ambos, ao colocarem seus pacientes em leitos de Procrustes, acabam causando mais danos do que benefícios. Por que não são mais humildes e modestos, reconhecendo que ainda há muito para aprender? Será que não existe uma motivação mercadológica que passa por aí?Diagnósticos estão sempre mudando. A psiquiatria norte-americana, por exemplo, tem as suas famosas classificações diagnósticas, as chamadas DSM (Diagnostic and Statistic Manual), que são revisadas periodicamente. No DSM-II, mais antigo (hoje já estamos no DSM-IV, indo para o V), todas as desordens eram classificadas como “Reações”. Isso porque, naquela época, os psicanalistas dominavam o cenário psiquiátrico americano. Com o passar do tempo eles perderam o prestígio, dando lugar aos neurocientistas, que ficaram mais poderosos. O DSM foi mudando para chegar ao que é hoje: só “Desordens” e não mais “Reações”. Se antes havia interesse em levar em consideração a etiologia das Reações, hoje a classificação é uma mera e simples descrição de sintomas, sem qualquer outra dimensão. O DSM-IV se transformou num livro de receitas, sob protestos dos apagados psicanalistas na sociedade americana super tecnológica, na chamada Década do Cérebro. A grande esperança lá é que a pesquisa cerebral irá esclarecer toda a problemática das desordens mentais. Cá entre nós, duvido…O tempo, dirá…Já a psicanálise vem vindo por outro caminho. Freud, que era inicialmente um neurologista, em determinado momento chegou a admitir que a formação médica, muito estática, traria dificuldades ao trabalho do psicanalista. Mas, mesmo assim, a psicanálise não conseguiu fugir da questão diagnóstica, isto é, de tentar rotular o paciente em grupos “previsíveis”. Mas isso se torna complicado. No campo da psicanálise freudiana, falam das Neuroses, Psicoses, Perversões e Desordens da Personalidade. E ainda tem os grupos de pessoas “analisáveis” ou “não analisáveis”. Há quem diga que quem responde ao tratamento psicanalítico proposto por Freud confirma o seu diagnóstico de Neurótico. Mas aí apareceram os psicanalistas que modificaram a psicanálise para que ela fosse aplicável no tratamento dos Psicóticos. Para eles, existe um continuum entre a psicose, a neurose e o bem-estar mental. Como conseqüência, estabeleceu-se a esperança de os pacientes psicóticos poderem ser curados depois de passar por uma neurose.Mas vamos devagar. Freud andou considerando que as Neuroses eram transtornos causados por conflitos mentais internos, geralmente no período edípico do desenvolvimento da personalidade, no qual o recalque seria a defesa maior. Nessa época, ele ainda trabalhava com a hipótese monista de existir apenas um instinto básico, a libido. Mais tarde ele passou para a hipótese dualista da existência de dois instintos básicos: a libido e a agressão.O corpo teórico iniciado por ele foi aumentando com a contribuição dos seus seguidores que permaneceram na correnteza central da psicanálise. Melanie Klein, por exemplo, se interessou pelo desenvolvimento da criança antes da fase edípica, isto é, nas fases pré-genitais: oral, anal e fálica. Ela chamou também a atenção para o papel da agressão desde o início da vida propondo certas nuances diagnósticas, chamadas de Posições “Paranoide” e “Depressiva”. As contribuições de Klein iluminaram as psicopatologias mais primitivas do desenvolvimento ampliando a focalização inicial de Freud na fase edípica. Se as patologias centradas no complexo de Édipo se relacionavam às depressões neuróticas, ansiedades e fobias, agora com o estudo do desenvolvimento mais primitivo começou a surgir um melhor entendimento das depressões profundas, psicoses e estados borderlines da personalidade. Se a defesa maior do conflito edípico é o recalque, nas constelações pré-genitais ficam defesas primitivas importantes para o entendimento das patologias mais severas, por exemplo, a cisão, projeção e a introjeção.Quando Jacques Lacan apareceu (e nos países latinos com uma enorme acolhida), ele mudou, ou como querem alguns, ampliou o entendimento psicanalítico dos seres humanos a partir de sua inserção na linguagem. De um modo quase sempre obscuro (para mim), aparentemente só accessível aos “brilhantes” iniciados, ele também não conseguiu fugir dos diagnósticos: Histeria, Perversão e Psicose. O que sempre achei meio complicado é o aparecimento clínico com o diagnóstico de “Histeria”, de pessoas com comportamentos completamente diferentes, desde as que respondem a um mínimo de atendimento verbal de consultório sem a necessidade de medicação até as que necessitam internação psiquiátrica e tratamento medicamentoso. Se ambas são “histéricas”, por que elas se apresentam de modo tão diferente e exigem tratamentos tão diversos? Não quero entrar no mérito das teorias lacanianas, aqui apenas registrar essa pequena dúvida.Existe também em Lacan, em minha opinião “leiga”, outro elemento que não considero muito construtivo para o paciente rotulado de psicótico. Uma profecia que acaba se realizando. Para ele, a estrutura da psicose, relacionada com o que chamou de “ausência do nome do pai na cadeia de significantes”, é imutável e por isso um paciente psicótico, com esse “defeito”, nunca poderá progredir na direção de vir a se tornar neurótico e eventualmente saudável. Ele teria então uma barreira intransponível no seu desenvolvimento psicossexual, sentenciado a permanecer “psicótico” para sempre. Como vimos acima, isso difere da concepção dos analistas freudianos que consideravam os psicóticos fixados numa fase primitiva do desenvolvimento, mas capazes de progredir para níveis mais saudáveis, passando pelas neuroses. Nessa concepção mais abrangente, nós todos teríamos núcleos psicóticos simplesmente por termos passado por essas fases primitivas, só que elas foram resolvidas sem que ficássemos lá fixados. Já houve quem dissesse que nós sonhamos aquilo que os psicóticos vivenciam durante o dia. Ou melhor, como dizia Harry Stack Sullivan, “nós somos muito mais humanos do que não”. Já pensaram na diferença, se vocês fossem psicóticos, de serem atendidos por um analista que acredita que você pode passar de psicótico para neurótico e daí para uma vida saudável, e a de serem atendidos por outro que acredita que você será psicótico para sempre, mas dentro disso você poderá no máximo se adaptar melhor à sociedade? Outra vez não quero entrar no mérito das concepções lacanianas da psicose mas apenas enfatizar como os diagnósticos podem criar profecias que acabam se realizando.É interessante notar que, no outro extremo, os neurocientistas fazem o mesmo que Lacan faz com as psicoses. Muitos deles falam que a esquizofrenia também tem um defeito, que deve ser controlado o resto da vida com medicação, comparando os esquizofrênicos com os diabéticos. Acham que eles têm uma doença cerebral e que nem devem ser tratados por métodos psicológicos ou psicanalíticos. Já pensou em você sofrendo de uma psicose e procurar um psiquiatra que, a priori, pensa assim a seu respeito, não acreditando na sua capacidade de superar os seus conflitos e vir a ter saúde mental?Falando em Jacques Lacan (ah! que ousadia, me perdoe os meus amigos lacanianos), deixem-me colocar, meio timidamente é verdade, outra dúvida que me acompanha há algum tempo. Trata-se do significado psicanalítico da palavra “castração”. Se na teoria do desenvolvimento psicossexual existe uma progressão das fases libidinais onde certos conflitos e defesas estão mais presentes em cada fase, em Lacan essa dimensão longitudinal parece ter sido achatada. Por exemplo, o medo da castração que, nos meninos, atinge o seu auge na fase edípica passa a estar presente desde o nascimento. Mas não apenas isso, a castração perde também o seu significado, significando apenas perda e falta em geral. Assim, homens e mulheres passam a ser “castrados”. Difícil falar sobre essas coisas e suas nuances, mas, ao levar o conceito de castração para o início da vida dando-lhe apenas a conotação de perda (falta), Lacan modifica a noção do desenvolvimento psicossexual e da castração como relacionada com a descoberta da diferença anatômica entre os sexos na fase fálica do desenvolvimento. O medo do menino de ser castrado pelo pai, um conflito sempre presente nos homens, e o desapontamento da menina de não ter um pênis se perdem nessa generalização da castração como “falta”. Aí é difícil saber como fica o feminino e o masculino, o homem e a mulher em Lacan… Mas pela terceira vez não estou tentando criar polêmica e tenho a certeza que os lacanianos entendem isso que eu questiono.Voltando aos diagnósticos psiquiátricos, no caso das desordens mentais mais graves o diagnóstico correto pode apontar para os remédios que serão mais úteis ao paciente. Por exemplo, o diagnóstico de bipolaridade nos remete a remédios estabilizadores do humor; o diagnostico de depressão recorrente remete na direção dos antidepressivos; e o de esquizofrenia na direção dos antipsicóticos.
Mas, será que diagnosticar é tão importante assim? É e não é dependendo de cada situação. Do ponto de vista utilitário, diagnosticar pode ajudar os pesquisadores em suas pesquisas e nas suas comunicações. Do ponto de vista do tratamento também pode ser importante. Assim, ele pode ajudar no planejamento dos tratamentos e na previsão da evolução de um caso.Mas o diagnóstico também pode atrapalhar, especialmente quando cria preconceitos. Por exemplo, o diagnóstico de esquizofrenia carrega consigo um grande preconceito de ser uma doença cerebral incurável e progressiva na direção da demência. Quando aparece um caso onde ela foi tratada e curada por um psicanalista, como já aconteceu muitas vezes, ao invés disso levar a uma revisão no prognóstico, frequentemente leva à conclusão de que o diagnóstico não estava correto. Se houve cura, então não podia ser esquizofrenia… Um outro exemplo: quando cheguei em Belo Horizonte, vindo dos Estados Unidos em 1974, percebi que muitos pacientes que me procuravam já chegavam com um diagnóstico de “Disritmia”, feito por neurologistas. Quando me interessei por isso, descobri que esses pacientes procuravam esses médicos por uma questão comportamental ou emocional e faziam um EEG. Mais de 20% dos EEGs em pessoas normais apresentam disritmias não específicas, sem nenhum significado clínico. Esses neurologistas faziam então o diagnóstico de Disritmia como base no EEG. Essas “desordens” causadas pelos médicos eram difíceis de ser abolidas da mente do paciente. Quando isso acontece, elas são chamadas de “doenças Iatrogênicas”. Não se iludam, elas são muito freqüentes.Poderia continuar falando da questão do uso e abuso dos diagnósticos na psiquiatria e psicanálise. Eu apenas toquei na ponta de um iceberg, sabendo que poderíamos continuar tratando desse tema em inúmeras dimensões, todas elas válidas.Ou então, quem sabe poderíamos simplificar deixando grandes teorizações, simplesmente afirmando que só existe um diagnóstico válido: Ser Humano. Uma desordem incurável, e assim sendo, nós todos estamos no mesmo barco… uns mais e outros menos…Marcio V. Pinheiro - wefp.bh@terra.com.br
O Diagnóstico… seria tão importante assim?
A psiquiatria permanece meio filha adotiva da medicina. Fica na terra de ninguém, entre o físico e o mental. Pretende ser uma especialidade médica como outra qualquer e se propõe a fazer diagnósticos e prognósticos exatos e previsíveis. Se isso já é difícil na medicina somática, imaginem na psiquiatria. Ela lida com experiências humanas nem sempre claras e definíveis. Claro, todo “mental” tem a sua base cerebral, mas isso não ajuda muito. Desconfio dos radicais de ambos os lados: do cérebro e da mente. Os psiquiatras biológicos, de um lado, que pensam na neuropsiquiatria, e os psicanalistas, do outro, que acreditam que tudo vem da mente. Ambos, ao colocarem seus pacientes em leitos de Procrustes, acabam causando mais danos do que benefícios. Por que não são mais humildes e modestos, reconhecendo que ainda há muito para aprender? Será que não existe uma motivação mercadológica que passa por aí?Diagnósticos estão sempre mudando. A psiquiatria norte-americana, por exemplo, tem as suas famosas classificações diagnósticas, as chamadas DSM (Diagnostic and Statistic Manual), que são revisadas periodicamente. No DSM-II, mais antigo (hoje já estamos no DSM-IV, indo para o V), todas as desordens eram classificadas como “Reações”. Isso porque, naquela época, os psicanalistas dominavam o cenário psiquiátrico americano. Com o passar do tempo eles perderam o prestígio, dando lugar aos neurocientistas, que ficaram mais poderosos. O DSM foi mudando para chegar ao que é hoje: só “Desordens” e não mais “Reações”. Se antes havia interesse em levar em consideração a etiologia das Reações, hoje a classificação é uma mera e simples descrição de sintomas, sem qualquer outra dimensão. O DSM-IV se transformou num livro de receitas, sob protestos dos apagados psicanalistas na sociedade americana super tecnológica, na chamada Década do Cérebro. A grande esperança lá é que a pesquisa cerebral irá esclarecer toda a problemática das desordens mentais. Cá entre nós, duvido…O tempo, dirá…Já a psicanálise vem vindo por outro caminho. Freud, que era inicialmente um neurologista, em determinado momento chegou a admitir que a formação médica, muito estática, traria dificuldades ao trabalho do psicanalista. Mas, mesmo assim, a psicanálise não conseguiu fugir da questão diagnóstica, isto é, de tentar rotular o paciente em grupos “previsíveis”. Mas isso se torna complicado. No campo da psicanálise freudiana, falam das Neuroses, Psicoses, Perversões e Desordens da Personalidade. E ainda tem os grupos de pessoas “analisáveis” ou “não analisáveis”. Há quem diga que quem responde ao tratamento psicanalítico proposto por Freud confirma o seu diagnóstico de Neurótico. Mas aí apareceram os psicanalistas que modificaram a psicanálise para que ela fosse aplicável no tratamento dos Psicóticos. Para eles, existe um continuum entre a psicose, a neurose e o bem-estar mental. Como conseqüência, estabeleceu-se a esperança de os pacientes psicóticos poderem ser curados depois de passar por uma neurose.Mas vamos devagar. Freud andou considerando que as Neuroses eram transtornos causados por conflitos mentais internos, geralmente no período edípico do desenvolvimento da personalidade, no qual o recalque seria a defesa maior. Nessa época, ele ainda trabalhava com a hipótese monista de existir apenas um instinto básico, a libido. Mais tarde ele passou para a hipótese dualista da existência de dois instintos básicos: a libido e a agressão.O corpo teórico iniciado por ele foi aumentando com a contribuição dos seus seguidores que permaneceram na correnteza central da psicanálise. Melanie Klein, por exemplo, se interessou pelo desenvolvimento da criança antes da fase edípica, isto é, nas fases pré-genitais: oral, anal e fálica. Ela chamou também a atenção para o papel da agressão desde o início da vida propondo certas nuances diagnósticas, chamadas de Posições “Paranoide” e “Depressiva”. As contribuições de Klein iluminaram as psicopatologias mais primitivas do desenvolvimento ampliando a focalização inicial de Freud na fase edípica. Se as patologias centradas no complexo de Édipo se relacionavam às depressões neuróticas, ansiedades e fobias, agora com o estudo do desenvolvimento mais primitivo começou a surgir um melhor entendimento das depressões profundas, psicoses e estados borderlines da personalidade. Se a defesa maior do conflito edípico é o recalque, nas constelações pré-genitais ficam defesas primitivas importantes para o entendimento das patologias mais severas, por exemplo, a cisão, projeção e a introjeção.Quando Jacques Lacan apareceu (e nos países latinos com uma enorme acolhida), ele mudou, ou como querem alguns, ampliou o entendimento psicanalítico dos seres humanos a partir de sua inserção na linguagem. De um modo quase sempre obscuro (para mim), aparentemente só accessível aos “brilhantes” iniciados, ele também não conseguiu fugir dos diagnósticos: Histeria, Perversão e Psicose. O que sempre achei meio complicado é o aparecimento clínico com o diagnóstico de “Histeria”, de pessoas com comportamentos completamente diferentes, desde as que respondem a um mínimo de atendimento verbal de consultório sem a necessidade de medicação até as que necessitam internação psiquiátrica e tratamento medicamentoso. Se ambas são “histéricas”, por que elas se apresentam de modo tão diferente e exigem tratamentos tão diversos? Não quero entrar no mérito das teorias lacanianas, aqui apenas registrar essa pequena dúvida.Existe também em Lacan, em minha opinião “leiga”, outro elemento que não considero muito construtivo para o paciente rotulado de psicótico. Uma profecia que acaba se realizando. Para ele, a estrutura da psicose, relacionada com o que chamou de “ausência do nome do pai na cadeia de significantes”, é imutável e por isso um paciente psicótico, com esse “defeito”, nunca poderá progredir na direção de vir a se tornar neurótico e eventualmente saudável. Ele teria então uma barreira intransponível no seu desenvolvimento psicossexual, sentenciado a permanecer “psicótico” para sempre. Como vimos acima, isso difere da concepção dos analistas freudianos que consideravam os psicóticos fixados numa fase primitiva do desenvolvimento, mas capazes de progredir para níveis mais saudáveis, passando pelas neuroses. Nessa concepção mais abrangente, nós todos teríamos núcleos psicóticos simplesmente por termos passado por essas fases primitivas, só que elas foram resolvidas sem que ficássemos lá fixados. Já houve quem dissesse que nós sonhamos aquilo que os psicóticos vivenciam durante o dia. Ou melhor, como dizia Harry Stack Sullivan, “nós somos muito mais humanos do que não”. Já pensaram na diferença, se vocês fossem psicóticos, de serem atendidos por um analista que acredita que você pode passar de psicótico para neurótico e daí para uma vida saudável, e a de serem atendidos por outro que acredita que você será psicótico para sempre, mas dentro disso você poderá no máximo se adaptar melhor à sociedade? Outra vez não quero entrar no mérito das concepções lacanianas da psicose mas apenas enfatizar como os diagnósticos podem criar profecias que acabam se realizando.É interessante notar que, no outro extremo, os neurocientistas fazem o mesmo que Lacan faz com as psicoses. Muitos deles falam que a esquizofrenia também tem um defeito, que deve ser controlado o resto da vida com medicação, comparando os esquizofrênicos com os diabéticos. Acham que eles têm uma doença cerebral e que nem devem ser tratados por métodos psicológicos ou psicanalíticos. Já pensou em você sofrendo de uma psicose e procurar um psiquiatra que, a priori, pensa assim a seu respeito, não acreditando na sua capacidade de superar os seus conflitos e vir a ter saúde mental?Falando em Jacques Lacan (ah! que ousadia, me perdoe os meus amigos lacanianos), deixem-me colocar, meio timidamente é verdade, outra dúvida que me acompanha há algum tempo. Trata-se do significado psicanalítico da palavra “castração”. Se na teoria do desenvolvimento psicossexual existe uma progressão das fases libidinais onde certos conflitos e defesas estão mais presentes em cada fase, em Lacan essa dimensão longitudinal parece ter sido achatada. Por exemplo, o medo da castração que, nos meninos, atinge o seu auge na fase edípica passa a estar presente desde o nascimento. Mas não apenas isso, a castração perde também o seu significado, significando apenas perda e falta em geral. Assim, homens e mulheres passam a ser “castrados”. Difícil falar sobre essas coisas e suas nuances, mas, ao levar o conceito de castração para o início da vida dando-lhe apenas a conotação de perda (falta), Lacan modifica a noção do desenvolvimento psicossexual e da castração como relacionada com a descoberta da diferença anatômica entre os sexos na fase fálica do desenvolvimento. O medo do menino de ser castrado pelo pai, um conflito sempre presente nos homens, e o desapontamento da menina de não ter um pênis se perdem nessa generalização da castração como “falta”. Aí é difícil saber como fica o feminino e o masculino, o homem e a mulher em Lacan… Mas pela terceira vez não estou tentando criar polêmica e tenho a certeza que os lacanianos entendem isso que eu questiono.Voltando aos diagnósticos psiquiátricos, no caso das desordens mentais mais graves o diagnóstico correto pode apontar para os remédios que serão mais úteis ao paciente. Por exemplo, o diagnóstico de bipolaridade nos remete a remédios estabilizadores do humor; o diagnostico de depressão recorrente remete na direção dos antidepressivos; e o de esquizofrenia na direção dos antipsicóticos.
Mas, será que diagnosticar é tão importante assim? É e não é dependendo de cada situação. Do ponto de vista utilitário, diagnosticar pode ajudar os pesquisadores em suas pesquisas e nas suas comunicações. Do ponto de vista do tratamento também pode ser importante. Assim, ele pode ajudar no planejamento dos tratamentos e na previsão da evolução de um caso.Mas o diagnóstico também pode atrapalhar, especialmente quando cria preconceitos. Por exemplo, o diagnóstico de esquizofrenia carrega consigo um grande preconceito de ser uma doença cerebral incurável e progressiva na direção da demência. Quando aparece um caso onde ela foi tratada e curada por um psicanalista, como já aconteceu muitas vezes, ao invés disso levar a uma revisão no prognóstico, frequentemente leva à conclusão de que o diagnóstico não estava correto. Se houve cura, então não podia ser esquizofrenia… Um outro exemplo: quando cheguei em Belo Horizonte, vindo dos Estados Unidos em 1974, percebi que muitos pacientes que me procuravam já chegavam com um diagnóstico de “Disritmia”, feito por neurologistas. Quando me interessei por isso, descobri que esses pacientes procuravam esses médicos por uma questão comportamental ou emocional e faziam um EEG. Mais de 20% dos EEGs em pessoas normais apresentam disritmias não específicas, sem nenhum significado clínico. Esses neurologistas faziam então o diagnóstico de Disritmia como base no EEG. Essas “desordens” causadas pelos médicos eram difíceis de ser abolidas da mente do paciente. Quando isso acontece, elas são chamadas de “doenças Iatrogênicas”. Não se iludam, elas são muito freqüentes.Poderia continuar falando da questão do uso e abuso dos diagnósticos na psiquiatria e psicanálise. Eu apenas toquei na ponta de um iceberg, sabendo que poderíamos continuar tratando desse tema em inúmeras dimensões, todas elas válidas.Ou então, quem sabe poderíamos simplificar deixando grandes teorizações, simplesmente afirmando que só existe um diagnóstico válido: Ser Humano. Uma desordem incurável, e assim sendo, nós todos estamos no mesmo barco… uns mais e outros menos…Marcio V. Pinheiro - wefp.bh@terra.com.br
A psiquiatria permanece meio filha adotiva da medicina. Fica na terra de ninguém, entre o físico e o mental. Pretende ser uma especialidade médica como outra qualquer e se propõe a fazer diagnósticos e prognósticos exatos e previsíveis. Se isso já é difícil na medicina somática, imaginem na psiquiatria. Ela lida com experiências humanas nem sempre claras e definíveis. Claro, todo “mental” tem a sua base cerebral, mas isso não ajuda muito. Desconfio dos radicais de ambos os lados: do cérebro e da mente. Os psiquiatras biológicos, de um lado, que pensam na neuropsiquiatria, e os psicanalistas, do outro, que acreditam que tudo vem da mente. Ambos, ao colocarem seus pacientes em leitos de Procrustes, acabam causando mais danos do que benefícios. Por que não são mais humildes e modestos, reconhecendo que ainda há muito para aprender? Será que não existe uma motivação mercadológica que passa por aí?Diagnósticos estão sempre mudando. A psiquiatria norte-americana, por exemplo, tem as suas famosas classificações diagnósticas, as chamadas DSM (Diagnostic and Statistic Manual), que são revisadas periodicamente. No DSM-II, mais antigo (hoje já estamos no DSM-IV, indo para o V), todas as desordens eram classificadas como “Reações”. Isso porque, naquela época, os psicanalistas dominavam o cenário psiquiátrico americano. Com o passar do tempo eles perderam o prestígio, dando lugar aos neurocientistas, que ficaram mais poderosos. O DSM foi mudando para chegar ao que é hoje: só “Desordens” e não mais “Reações”. Se antes havia interesse em levar em consideração a etiologia das Reações, hoje a classificação é uma mera e simples descrição de sintomas, sem qualquer outra dimensão. O DSM-IV se transformou num livro de receitas, sob protestos dos apagados psicanalistas na sociedade americana super tecnológica, na chamada Década do Cérebro. A grande esperança lá é que a pesquisa cerebral irá esclarecer toda a problemática das desordens mentais. Cá entre nós, duvido…O tempo, dirá…Já a psicanálise vem vindo por outro caminho. Freud, que era inicialmente um neurologista, em determinado momento chegou a admitir que a formação médica, muito estática, traria dificuldades ao trabalho do psicanalista. Mas, mesmo assim, a psicanálise não conseguiu fugir da questão diagnóstica, isto é, de tentar rotular o paciente em grupos “previsíveis”. Mas isso se torna complicado. No campo da psicanálise freudiana, falam das Neuroses, Psicoses, Perversões e Desordens da Personalidade. E ainda tem os grupos de pessoas “analisáveis” ou “não analisáveis”. Há quem diga que quem responde ao tratamento psicanalítico proposto por Freud confirma o seu diagnóstico de Neurótico. Mas aí apareceram os psicanalistas que modificaram a psicanálise para que ela fosse aplicável no tratamento dos Psicóticos. Para eles, existe um continuum entre a psicose, a neurose e o bem-estar mental. Como conseqüência, estabeleceu-se a esperança de os pacientes psicóticos poderem ser curados depois de passar por uma neurose.Mas vamos devagar. Freud andou considerando que as Neuroses eram transtornos causados por conflitos mentais internos, geralmente no período edípico do desenvolvimento da personalidade, no qual o recalque seria a defesa maior. Nessa época, ele ainda trabalhava com a hipótese monista de existir apenas um instinto básico, a libido. Mais tarde ele passou para a hipótese dualista da existência de dois instintos básicos: a libido e a agressão.O corpo teórico iniciado por ele foi aumentando com a contribuição dos seus seguidores que permaneceram na correnteza central da psicanálise. Melanie Klein, por exemplo, se interessou pelo desenvolvimento da criança antes da fase edípica, isto é, nas fases pré-genitais: oral, anal e fálica. Ela chamou também a atenção para o papel da agressão desde o início da vida propondo certas nuances diagnósticas, chamadas de Posições “Paranoide” e “Depressiva”. As contribuições de Klein iluminaram as psicopatologias mais primitivas do desenvolvimento ampliando a focalização inicial de Freud na fase edípica. Se as patologias centradas no complexo de Édipo se relacionavam às depressões neuróticas, ansiedades e fobias, agora com o estudo do desenvolvimento mais primitivo começou a surgir um melhor entendimento das depressões profundas, psicoses e estados borderlines da personalidade. Se a defesa maior do conflito edípico é o recalque, nas constelações pré-genitais ficam defesas primitivas importantes para o entendimento das patologias mais severas, por exemplo, a cisão, projeção e a introjeção.Quando Jacques Lacan apareceu (e nos países latinos com uma enorme acolhida), ele mudou, ou como querem alguns, ampliou o entendimento psicanalítico dos seres humanos a partir de sua inserção na linguagem. De um modo quase sempre obscuro (para mim), aparentemente só accessível aos “brilhantes” iniciados, ele também não conseguiu fugir dos diagnósticos: Histeria, Perversão e Psicose. O que sempre achei meio complicado é o aparecimento clínico com o diagnóstico de “Histeria”, de pessoas com comportamentos completamente diferentes, desde as que respondem a um mínimo de atendimento verbal de consultório sem a necessidade de medicação até as que necessitam internação psiquiátrica e tratamento medicamentoso. Se ambas são “histéricas”, por que elas se apresentam de modo tão diferente e exigem tratamentos tão diversos? Não quero entrar no mérito das teorias lacanianas, aqui apenas registrar essa pequena dúvida.Existe também em Lacan, em minha opinião “leiga”, outro elemento que não considero muito construtivo para o paciente rotulado de psicótico. Uma profecia que acaba se realizando. Para ele, a estrutura da psicose, relacionada com o que chamou de “ausência do nome do pai na cadeia de significantes”, é imutável e por isso um paciente psicótico, com esse “defeito”, nunca poderá progredir na direção de vir a se tornar neurótico e eventualmente saudável. Ele teria então uma barreira intransponível no seu desenvolvimento psicossexual, sentenciado a permanecer “psicótico” para sempre. Como vimos acima, isso difere da concepção dos analistas freudianos que consideravam os psicóticos fixados numa fase primitiva do desenvolvimento, mas capazes de progredir para níveis mais saudáveis, passando pelas neuroses. Nessa concepção mais abrangente, nós todos teríamos núcleos psicóticos simplesmente por termos passado por essas fases primitivas, só que elas foram resolvidas sem que ficássemos lá fixados. Já houve quem dissesse que nós sonhamos aquilo que os psicóticos vivenciam durante o dia. Ou melhor, como dizia Harry Stack Sullivan, “nós somos muito mais humanos do que não”. Já pensaram na diferença, se vocês fossem psicóticos, de serem atendidos por um analista que acredita que você pode passar de psicótico para neurótico e daí para uma vida saudável, e a de serem atendidos por outro que acredita que você será psicótico para sempre, mas dentro disso você poderá no máximo se adaptar melhor à sociedade? Outra vez não quero entrar no mérito das concepções lacanianas da psicose mas apenas enfatizar como os diagnósticos podem criar profecias que acabam se realizando.É interessante notar que, no outro extremo, os neurocientistas fazem o mesmo que Lacan faz com as psicoses. Muitos deles falam que a esquizofrenia também tem um defeito, que deve ser controlado o resto da vida com medicação, comparando os esquizofrênicos com os diabéticos. Acham que eles têm uma doença cerebral e que nem devem ser tratados por métodos psicológicos ou psicanalíticos. Já pensou em você sofrendo de uma psicose e procurar um psiquiatra que, a priori, pensa assim a seu respeito, não acreditando na sua capacidade de superar os seus conflitos e vir a ter saúde mental?Falando em Jacques Lacan (ah! que ousadia, me perdoe os meus amigos lacanianos), deixem-me colocar, meio timidamente é verdade, outra dúvida que me acompanha há algum tempo. Trata-se do significado psicanalítico da palavra “castração”. Se na teoria do desenvolvimento psicossexual existe uma progressão das fases libidinais onde certos conflitos e defesas estão mais presentes em cada fase, em Lacan essa dimensão longitudinal parece ter sido achatada. Por exemplo, o medo da castração que, nos meninos, atinge o seu auge na fase edípica passa a estar presente desde o nascimento. Mas não apenas isso, a castração perde também o seu significado, significando apenas perda e falta em geral. Assim, homens e mulheres passam a ser “castrados”. Difícil falar sobre essas coisas e suas nuances, mas, ao levar o conceito de castração para o início da vida dando-lhe apenas a conotação de perda (falta), Lacan modifica a noção do desenvolvimento psicossexual e da castração como relacionada com a descoberta da diferença anatômica entre os sexos na fase fálica do desenvolvimento. O medo do menino de ser castrado pelo pai, um conflito sempre presente nos homens, e o desapontamento da menina de não ter um pênis se perdem nessa generalização da castração como “falta”. Aí é difícil saber como fica o feminino e o masculino, o homem e a mulher em Lacan… Mas pela terceira vez não estou tentando criar polêmica e tenho a certeza que os lacanianos entendem isso que eu questiono.Voltando aos diagnósticos psiquiátricos, no caso das desordens mentais mais graves o diagnóstico correto pode apontar para os remédios que serão mais úteis ao paciente. Por exemplo, o diagnóstico de bipolaridade nos remete a remédios estabilizadores do humor; o diagnostico de depressão recorrente remete na direção dos antidepressivos; e o de esquizofrenia na direção dos antipsicóticos.
Mas, será que diagnosticar é tão importante assim? É e não é dependendo de cada situação. Do ponto de vista utilitário, diagnosticar pode ajudar os pesquisadores em suas pesquisas e nas suas comunicações. Do ponto de vista do tratamento também pode ser importante. Assim, ele pode ajudar no planejamento dos tratamentos e na previsão da evolução de um caso.Mas o diagnóstico também pode atrapalhar, especialmente quando cria preconceitos. Por exemplo, o diagnóstico de esquizofrenia carrega consigo um grande preconceito de ser uma doença cerebral incurável e progressiva na direção da demência. Quando aparece um caso onde ela foi tratada e curada por um psicanalista, como já aconteceu muitas vezes, ao invés disso levar a uma revisão no prognóstico, frequentemente leva à conclusão de que o diagnóstico não estava correto. Se houve cura, então não podia ser esquizofrenia… Um outro exemplo: quando cheguei em Belo Horizonte, vindo dos Estados Unidos em 1974, percebi que muitos pacientes que me procuravam já chegavam com um diagnóstico de “Disritmia”, feito por neurologistas. Quando me interessei por isso, descobri que esses pacientes procuravam esses médicos por uma questão comportamental ou emocional e faziam um EEG. Mais de 20% dos EEGs em pessoas normais apresentam disritmias não específicas, sem nenhum significado clínico. Esses neurologistas faziam então o diagnóstico de Disritmia como base no EEG. Essas “desordens” causadas pelos médicos eram difíceis de ser abolidas da mente do paciente. Quando isso acontece, elas são chamadas de “doenças Iatrogênicas”. Não se iludam, elas são muito freqüentes.Poderia continuar falando da questão do uso e abuso dos diagnósticos na psiquiatria e psicanálise. Eu apenas toquei na ponta de um iceberg, sabendo que poderíamos continuar tratando desse tema em inúmeras dimensões, todas elas válidas.Ou então, quem sabe poderíamos simplificar deixando grandes teorizações, simplesmente afirmando que só existe um diagnóstico válido: Ser Humano. Uma desordem incurável, e assim sendo, nós todos estamos no mesmo barco… uns mais e outros menos…Marcio V. Pinheiro - wefp.bh@terra.com.br
Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - MinC
O Ministério da Cultura divulga o segundo edital de 2009 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, que cobrirá as viagens a se realizarem de julho de 2009 a abril de 2010, para as quais serão disponibilizadas, no total, R$1,9 milhão, do Fundo Nacional da Cultura (FNC). O programa se destina a artistas, técnicos e estudiosos da área cultural, convidados a participar de eventos fora do seu local de residência, para apresentar trabalho próprio, fazer residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. O evento deve ser promovido por instituição brasileira ou estrangeira, de reconhecido mérito, desde que não seja apoiado ou realizado pelo Ministério da Cultura, ou por uma de suas instituições vinculadas. As inscrições variam de acordo com o mês em que se realizará a viagem (ver calendário abaixo). Em Brasília, os interessados que não tiverem acesso à internet podem se encaminhar à sede do MinC na Esplanada dos Ministérios, bloco B, 1º andar, Divisão de Atendimento ao Proponente/SEFIC, onde será disponibilizado, das 8h às 18h de segunda a sexta-feira (exceto feriados), computador para inscrição. É possível anexar documentos comprobatórios do currículo, ou outros tipos de material (artigos publicados, portifólio etc) que o candidato julgar relevantes para a análise. Podem se inscrever pessoas físicas, grupos ou entidades culturais privadas e sem finalidade lucrativa, cujas candidaturas serão divididas em solicitações de grupo e solicitações individuais, que concorrerão separadamente. Apenas no caso destas últimas poderão ser apresentados pedidos com vistas a residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. Mudanças e critérios - No tocante aos critérios para atribuição de pontos, houve algumas modificações em relação ao Edital nº 1/2009. No intuito de fortalecer a disseminação das ações culturais no interior do país, além da bonificação de 0,5 às candidaturas originárias de fora de Brasília e das capitais estaduais, também dela se beneficiarão aquelas destinadas a eventos a se realizarem fora das referidas localidades. Em observância às políticas públicas do Governo Federal, também receberão um bônus de 0,5 as encaminhadas por comunidades tradicionais, incluindo: povos indígenas, quilombolas, ciganos, povos de terreiro, irmandades de negros, agricultores tradicionais, pescadores artesanais, caiçaras, faxinalenses, pantaneiros, quebradeiras de coco babaçu, marisqueiras, caranguejeiras, ribeirinhos, agroextrativistas, seringueiros, fundos de pasto, dentre outros grupos. A bonificação de um ponto aquelas destinadas à participação em eventos a ocorrerem na América do Sul ou na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) permanecerá. Os critérios a serem considerados na avaliação serão os seguintes: relevância do evento e da instituição promotora para a área cultural da atividade desenvolvida; adequação do histórico de atuação do candidato ao trabalho ou estudo proposto; relevância da atividade a ser realizada/desenvolvida para a área cultural em que se insere; caráter inovador ou experimental da atividade; contribuição para a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras; intercâmbio e apropriação de tecnologias e conhecimento e troca de experiência. Cada item vale até 5 pontos, e a pontuação mínima para classificação é 16. Confira o edital: Edital de intercâmbio nº 2/2009 Calendário de inscrições: Outubro - até 31/7/2009 Novembro - até 31/8/2009 Dezembro - até 30/9/2009 Janeiro de 2010 - até 31/10/2009 Fevereiro de 2010 - até 3 0/11/2 0 0 9 Março de 2010 - até 20/12/2009 Abril de 2010 -até 20/12/2009 Faça a sua inscrição: Inscrição de grupos: http://www.cultura.gov.br/site/edital-de-intercambio-n-2-2009-requerimento-de-grupo-entidade/ Inscrição individual: http://www.cultura.gov.br/site/edital-de-intercambio-n-2-2009-requerimento-individual/
©2009 Arte e Cultura - Todos os direitos reservados
O Ministério da Cultura divulga o segundo edital de 2009 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, que cobrirá as viagens a se realizarem de julho de 2009 a abril de 2010, para as quais serão disponibilizadas, no total, R$1,9 milhão, do Fundo Nacional da Cultura (FNC). O programa se destina a artistas, técnicos e estudiosos da área cultural, convidados a participar de eventos fora do seu local de residência, para apresentar trabalho próprio, fazer residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. O evento deve ser promovido por instituição brasileira ou estrangeira, de reconhecido mérito, desde que não seja apoiado ou realizado pelo Ministério da Cultura, ou por uma de suas instituições vinculadas. As inscrições variam de acordo com o mês em que se realizará a viagem (ver calendário abaixo). Em Brasília, os interessados que não tiverem acesso à internet podem se encaminhar à sede do MinC na Esplanada dos Ministérios, bloco B, 1º andar, Divisão de Atendimento ao Proponente/SEFIC, onde será disponibilizado, das 8h às 18h de segunda a sexta-feira (exceto feriados), computador para inscrição. É possível anexar documentos comprobatórios do currículo, ou outros tipos de material (artigos publicados, portifólio etc) que o candidato julgar relevantes para a análise. Podem se inscrever pessoas físicas, grupos ou entidades culturais privadas e sem finalidade lucrativa, cujas candidaturas serão divididas em solicitações de grupo e solicitações individuais, que concorrerão separadamente. Apenas no caso destas últimas poderão ser apresentados pedidos com vistas a residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. Mudanças e critérios - No tocante aos critérios para atribuição de pontos, houve algumas modificações em relação ao Edital nº 1/2009. No intuito de fortalecer a disseminação das ações culturais no interior do país, além da bonificação de 0,5 às candidaturas originárias de fora de Brasília e das capitais estaduais, também dela se beneficiarão aquelas destinadas a eventos a se realizarem fora das referidas localidades. Em observância às políticas públicas do Governo Federal, também receberão um bônus de 0,5 as encaminhadas por comunidades tradicionais, incluindo: povos indígenas, quilombolas, ciganos, povos de terreiro, irmandades de negros, agricultores tradicionais, pescadores artesanais, caiçaras, faxinalenses, pantaneiros, quebradeiras de coco babaçu, marisqueiras, caranguejeiras, ribeirinhos, agroextrativistas, seringueiros, fundos de pasto, dentre outros grupos. A bonificação de um ponto aquelas destinadas à participação em eventos a ocorrerem na América do Sul ou na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) permanecerá. Os critérios a serem considerados na avaliação serão os seguintes: relevância do evento e da instituição promotora para a área cultural da atividade desenvolvida; adequação do histórico de atuação do candidato ao trabalho ou estudo proposto; relevância da atividade a ser realizada/desenvolvida para a área cultural em que se insere; caráter inovador ou experimental da atividade; contribuição para a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras; intercâmbio e apropriação de tecnologias e conhecimento e troca de experiência. Cada item vale até 5 pontos, e a pontuação mínima para classificação é 16. Confira o edital: Edital de intercâmbio nº 2/2009 Calendário de inscrições: Outubro - até 31/7/2009 Novembro - até 31/8/2009 Dezembro - até 30/9/2009 Janeiro de 2010 - até 31/10/2009 Fevereiro de 2010 - até 3 0/11/2 0 0 9 Março de 2010 - até 20/12/2009 Abril de 2010 -até 20/12/2009 Faça a sua inscrição: Inscrição de grupos: http://www.cultura.gov.br/site/edital-de-intercambio-n-2-2009-requerimento-de-grupo-entidade/ Inscrição individual: http://www.cultura.gov.br/site/edital-de-intercambio-n-2-2009-requerimento-individual/
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PÃO DIÁRIO
23 de julho de 2009
SERVIÇO
Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los. (Hb 6.10)
..."Muitas pessoas na Igreja apenas criticam e criam atritos entre aqueles que estão servindo fielmente. O melhor que se tem a fazer é servir a Deus. Enquanto isso, ele cuida de quem serve."
Seja alguém útil no serviço de Deus.
Pergunta:
O que tenho feito por Jesus?
Qual minha participação na Igreja a que pertenço e na minha comunidade?
Faço, ou apenas falo dos que fazem?
23 de julho de 2009
SERVIÇO
Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los. (Hb 6.10)
..."Muitas pessoas na Igreja apenas criticam e criam atritos entre aqueles que estão servindo fielmente. O melhor que se tem a fazer é servir a Deus. Enquanto isso, ele cuida de quem serve."
Seja alguém útil no serviço de Deus.
Pergunta:
O que tenho feito por Jesus?
Qual minha participação na Igreja a que pertenço e na minha comunidade?
Faço, ou apenas falo dos que fazem?
quarta-feira, 22 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
PÃO DIÁRIO - Dia 21/07/2009
FONTE DE PAZ
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz (Nm 6.26).
..."Não adianta buscar a paz onde não há. Ela não está em lugares, pessoas ou situações especiais. Só Deus é quem pode concedê-la. Se você está inquieto neste dia, ansioso, com falta de paz, quero lembrar-lhe: Coloque seus temores diante de Deus, em oração, e aguarde a promessa bíblica se cumprir em sua vida - a paz de Deus, que ultrapassa o nosso entendimento, há de guardar seu coração (Fp 4.7), seja qual for a situação em que vocÊ se encontra."
FONTE DE PAZ
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz (Nm 6.26).
..."Não adianta buscar a paz onde não há. Ela não está em lugares, pessoas ou situações especiais. Só Deus é quem pode concedê-la. Se você está inquieto neste dia, ansioso, com falta de paz, quero lembrar-lhe: Coloque seus temores diante de Deus, em oração, e aguarde a promessa bíblica se cumprir em sua vida - a paz de Deus, que ultrapassa o nosso entendimento, há de guardar seu coração (Fp 4.7), seja qual for a situação em que vocÊ se encontra."
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